Foto – Luís Filipe S Júlio.
5 de Outubro, dia da implantação da República Portuguesa.
[Quanto mais conhecemos, mais amamos. "Leonardo da Vinci"] Falemos pois então, do Pombalinho.
Entrevista
a Marco Feijão, um dos melhores
criadores de periquitos australianos.
Antes das sementeiras começarem a
florescer, o campo parece despido da sua naturalidade! Mas nem por isso se
ausentou de nos continuar a oferecer, com a sua beleza, coloridos e bonitos
ensinamentos a uma vida cada vez mais exigente ao seu próprio equilíbrio.
Fernando Furtado Barreiros, faleceu no passado dia 14 de Novembro.
Não nos conhecemos pessoalmente mas contactamos via mail e tinha planeado com ele encontrar-me na Costa da Caparica. Infelizmente por falta de tempo , da minha parte, tal não veio a acontecer.
Foi das pessoas mais importantes que colaborou na edificação do blog “Pombalinho”. Foi pela sua gentileza que pudemos publicar parte importante da história da nossa terra. Fernando Furtado Barreiros era bisneto e neto de dois notáveis pombalinhenses, de seus nomes, Hilário José Barreiros e Júlio José Barreiros, respectivamente, cujas biografias só foram possíveis serem publicadas no “Pombalinho”, devido à sua amável participação que sempre manteve na colaboração comigo e com o nosso ex-presidente de Junta, Joaquim Mateiro. Foi dele a partilha da icónica fotografia do largo da Igreja e tirada no ano de 1900.
Em meu nome e de todos os pombalinhenses, apresento à sua família as nossas mais sentidas condolências.
Manuel Gomes / 16-Nov-2020
Rota do Tejo.
“…Santarém é o fim desta rota precisamente com o Jardim das
Portas do Sol que ocupa a primitiva alcáçova da cidade tendo sido reconvertido
em jardim público nos finais do século XIX e sofrido já remodelações
posteriores. As Portas do Sol são um miradouro privilegiado sobre o vale de
Santarém por onde se estende um vasto e notável conjunto de quintas nas duas
margens do Tejo, de Santarém à Golegã e de Almeirim à Chamusca, constituindo
importantes casas agrícolas na lezíria, em leito de cheia do Tejo instaladas
sobre férteis campos, outrora predominantemente ocupados pelo olival que deu
lugar à vinha e ao milho. As casas estão rodeadas de amplos pátios murado, ora
mais de aparato ora mais agrícolas, alguns pequenos jardins na proximidade
criando áreas de fresco. As instalações agrícolas são de grande dimensão:
celeiros, picadeiros, lagares. Sim, aqui o cavalo – em especial o lusitano – é
uma constante na paisagem.”

















