22 junho 2015

Site da Câmara Municipal da Golegã









Quem visita o sítio na internet da Câmara Municipal da Golegã  não deixa de sentir alguma perplexidade pelo  facto do mesmo, passados que são mais de dois anos, continuar desactualizado em função do novo contexto concelhio criado por  aplicação do Artigo 9º do Decreto Lei Nº 11-A/2013 sobre a Reorganização Administrativa do Território.

O Pombalinho está integrado no Concelho da Golegã desde 29 de Janeiro de 2013. Por esse facto, parece ser do mais elementar direito  que essa nova condição se reflectisse, em toda a sua dimensão, no  site web oficial da CMG!

Acontece porém que,  consultando o separador “Concelho/História / Origem e breve História” do referido site da CMG, constata-se que nele apenas figuram  ilustres Goleganenses e Azinhaguenses e a história destas duas localidades! [Anexo1]

Noutro separador, “Serviços On Line/Mapas On-line/Plantas de Localização”, o Concelho continua ainda a ser  apresentado graficamente, quanto a seu território, apenas pelas autarquias da Golegã e Azinhaga! [Anexo2]

Ainda no separador “Concelho/Turismo/Locais de interesse/”, a Igreja Matriz do Pombalinho foi  simplesmente esquecida de figurar dos locais a visitar no concelho  pelos responsáveis da página web da Câmara Municipal da Golegã! [Anexo3]

O Pombalinho, como as demais freguesias que actualmente compõem o concelho da Golegã,  também tem a sua história e pessoas que para ela contribuíram ! É pública a sua históra! O Pombalinho não pode, aos olhos de quem entra via internet na  “sala de visitas” da Câmara da Golegã, continuar a ser desconsiderado historicamente! As sua gentes não o merecem ! 

Congratulamo-nos, no entanto, com os melhoramentos de aspecto gráfico e visuais  que recentemente foram introduzidos na  página Web da Câmara Municipal da Golegã. Mas comprovadamente insuficientes! Teriam de  traduzir padrões de exigência ao nível do rigor e da actualidade! Os cidadãos representados na CMG merecem  que toda a informação seja precisa e limpa de quaisquer inércias de ordens que francamente não vislumbramos ou compreendemos! A bem da instituição e claro está, dos munícipes! De todos os munícipes!!!





      Anexo 1 





     Anexo 2  






         Anexo 3