17 julho 2007
Festas 2007
11 julho 2007
Memória Inconsumível
Não é
muito frequente em qualquer lugar do nosso país o lançamento de dois livros no
espaço temporal de um mês, por escritores naturais da mesma terra. De facto, no
início de Julho recebi de Guilherme Afonso um exemplar do seu livro
recentemente criado e cujo título de capa se chama “Memória Inconsumível”.
Se nos lembrar-mos de que semelhante evento
teve lugar no dia 19 de Junho de 2007 no Pombalinho, para celebrar o lançamento
de outro livro de poesia “Pedaços
da Minha Vida” da autoria de Maria Luísa Duarte Narciso, bem
nos podemos regozijar e considerar estes dois acontecimentos como
verdadeiramente inéditos em toda a história da nossa terra. É com imenso
orgulho que o Pombalinhense se associa (embora distante fisicamente) ao pré
lançamento deste livro da autoria do nosso Amigo a residir em Maputo, uma vez
que o acto oficial ainda aguarda data de confirmação. Uma obra literária traduz
sempre reflexos sentimentais de quem o escreve e ao lê-la estamos
indubitavelmente em permanente diálogo com o seu criador, neste livro assim é:
viajamos poeticamente nos seus tempos, nas suas amarguras, nos seus encantos e
desencantos e finalmente nas suas utopias.
Fazer esta viagem comprometida, como o próprio
deixa bem claro no seu primeiro poema intitulado “Poesia”, é conhecermos melhor
o homem perante o mundo a que todos nós pertencemos, sem tabus de qualquer
espécie e em que denuncia com o seu caraterístico rigor linguístico, os
atropelos sociais, as injustiças e tudo que tenha a ver com a usurpação
hipócrita do poder pelos “insensíveis
à fragrância de uma flor” como exemplarmente denuncia num dos seus poemas,
intitulado , “Escória”.
Vamos
pois, viajar com o Guilherme nesta sua “Memória
Inconsumível”, editado pela “Imprensa Universitária” em que tem a
colaboração de seu filho Afonso dos Santos na responsabilidade gráfica da capa
( a fotografia é da autoria do Guilherme) e também na revisão. Finalmente, O Pombalinhense deseja ao Guilherme Afonso as maiores felicidades para
este seu mais recente trabalho literário e pode crer que nós Pombalinhenses, que temos por si um enorme carinho, estamos fazendo votos
para que o poeta, pelo seu muito caminho ainda por percorrer..., fale aos pássaros, fale às
árvores, fale à chuva, fale ao vento, sem ter que pensar no que diz, e quem
sabe, nasça daí MAIS POESIA!!!...* muita mais Poesia!!! *Frase em itálico, adaptada a
partir do poema “Enjoo”.
10 julho 2007
Festas Populares no Pombalinho
22 junho 2007
Família Leal
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19 junho 2007
Maria Luísa Narciso Duarte
Margem direita do Tejo...
É um jardim pequenino!
Num canto do Ribatejo.
Os campos bem cultivados,
São a fonte da riqueza...
Desta aldeia popular!
Descendente, da nobreza.
Por vezes é um navio,
Que o Tejo faz flutuar...
Numa bravura constante!...
Que em vez de rio é mar.
Já sem homens nem amarras,
Num destino vigilante!...
Larga as velas ao vento!
E do Tejo, é amante.
Guarda recordações,
Dos tempos da fidalguia...
Aonde el-rei D.Miguel!
Toureava com magia.
São lembranças fascinantes...
Relíquias conservadas...
É o Pátio do Neto!
Monumento, das touradas.
Junto à Estrada Real,
Num presente pergaminho!...
A pousada pitoresca!
Estalagem do Pocinho.
E foi aqui, que eu nasci...
Se possível, quero morrer...
Nos braços desta Aldeia!
Que a sorrir, me viu crescer.
“ Versos retirados do poema "Aldeia do Pombalinho” 01-Nov-1996
16 junho 2007
"Pedaços da Minha Vida"
14 junho 2007
As crianças do Pombalinho
26 maio 2007
Nuno Presume
O nosso conterrâneo Nuno Presume, que esta
época treinou a Sociedade União 1º Dezembro, conseguiu a proeza de manter esta
colectividade na 3ª Divisão Nacional de Futebol, terminando o Campeonato em
nono lugar com 37 pontos na Série E. O Nuno é um jovem treinador de futebol mas
já com larga experiência ao nível da terceira divisão. Foi treinador do Fátima,
depois esteve no Portomosense, passou pelo Loures e terminou esta época na
Sociedade União 1º de Dezembro, clube de S Pedro de Sintra. É formado em Educação
Física e tem administrado Cursos de Treinadores de nível 1.
É filho de Ema Correia Minderico e do
Francisco Presume.
08 maio 2007
O Mirante, entrevista Joaquim Mateiro
30 abril 2007
Festa Primavera - 2

Nota - Já se encontra em visualização todo o filme fotográfico que foi possível realizar desta Festa. Por favor cliquem em Festa Primavera 2007
28 abril 2007
Festa da Primavera - 1
Decorreu
hoje com muita animação e bastante alegria a Festa da Primavera realizada pelos
utentes do Centro de convívio da Casa do Povo do Pombalinho. Foi muito
agradável verificar o ambiente familiar que reinou ao longo deste último sábado
de Abril nas instalações da Casa do Povo, que com a sua estimada colaboração
nesta iniciativa, proporcionou aos mais idosos da nossa terra momentos de rara
beleza e até de uma certa felicidade, bem estampada em alguns rostos já tão
marcados pela vida.
No recinto onde se realizou a Festa, havia, como muito bem
documenta a imagem, um cantinho com várias guloseimas regionais, sempre tão do
agrado de todos.
O nosso amigo Joaquim Mateiro, não quis deixar de estar presente
nesta Festa e até de prestar a sua colaboração na venda da doçaria regional.
Uma amostra com fritos bem apetitosos, de entre muitos outros da
nossa doçaria regional que estiveram ao dispor de quem os quisesse provar.
Um dos momentos altos destas Festas foi a representação teatral da
Maria Júlia Cavaco e de Manuel Gomes, da peça que levaram ao teatro Sá da
Bandeira de Santarém, integrada no desfile de Vestidos de Chita. Aqui momentos
antes do início da entrada em cena, Manuel Gomes ouvindo os últimos conselhos
da Dra Gisela.
O mesmo se passou com a Maria Júlia, ouvindo também
alguns pormenores de acerto da representação pela voz das Dras Gisela e Fátima.
Aqui, poucos momentos depois do início da representação.
O par Manuel Gomes e Maria Júlia Cavaco,
já na fase da preparação do piquenique.
E depois do lanche... a troca simbólica de um gesto de amizade.
Aqui já na fase final, depois de terem ouvido fortes
aplausos por parte dos presentes a esta bonita representação teatral.
Depois seguiram-se momentos de natural distração ao som do acordeonista
presente, Nelson Pisco.
Um dos pares mais bem dispostos nesta Festa da
Primavera.
O início da actuação do Rancho Folclórico de Vale de Figueira.
Já que Vale de Figueira é terra do Ribatejo, o imprescindível
Fandango ... pois claro.
Um dos pares mais brilhantes deste magnífico Rancho
Folclórico de Vale de Figueira, numa das suas últimas actuações nesta Festa da
Primavera. Como nota final, o Pombalinhense não
quer deixar de sublinhar o facto da existência de um clima de enorme simpatia
que esteve sempre presente nesta Festa da Primavera e também o reconhecimento
pelo esforço louvável das Dras Fátima e Gisela em tudo que esteve relacionado
com este evento, para elas, um enorme aplauso, se é que poderei falar por eles,
da população do Pombalinho e em particular dos seus idosos.
Para galeria completa das fotos, clicar AQUI.
































