
Nota - Já se encontra em visualização todo o filme fotográfico que foi possível realizar desta Festa. Por favor cliquem em Festa Primavera 2007
[Quanto mais conhecemos, mais amamos. "Leonardo da Vinci"] Falemos pois então, do Pombalinho.

Decorreu
hoje com muita animação e bastante alegria a Festa da Primavera realizada pelos
utentes do Centro de convívio da Casa do Povo do Pombalinho. Foi muito
agradável verificar o ambiente familiar que reinou ao longo deste último sábado
de Abril nas instalações da Casa do Povo, que com a sua estimada colaboração
nesta iniciativa, proporcionou aos mais idosos da nossa terra momentos de rara
beleza e até de uma certa felicidade, bem estampada em alguns rostos já tão
marcados pela vida.
No recinto onde se realizou a Festa, havia, como muito bem
documenta a imagem, um cantinho com várias guloseimas regionais, sempre tão do
agrado de todos.
O nosso amigo Joaquim Mateiro, não quis deixar de estar presente
nesta Festa e até de prestar a sua colaboração na venda da doçaria regional.
Uma amostra com fritos bem apetitosos, de entre muitos outros da
nossa doçaria regional que estiveram ao dispor de quem os quisesse provar.
Um dos momentos altos destas Festas foi a representação teatral da
Maria Júlia Cavaco e de Manuel Gomes, da peça que levaram ao teatro Sá da
Bandeira de Santarém, integrada no desfile de Vestidos de Chita. Aqui momentos
antes do início da entrada em cena, Manuel Gomes ouvindo os últimos conselhos
da Dra Gisela.
O mesmo se passou com a Maria Júlia, ouvindo também
alguns pormenores de acerto da representação pela voz das Dras Gisela e Fátima.
Aqui, poucos momentos depois do início da representação.
O par Manuel Gomes e Maria Júlia Cavaco,
já na fase da preparação do piquenique.
E depois do lanche... a troca simbólica de um gesto de amizade.
Aqui já na fase final, depois de terem ouvido fortes
aplausos por parte dos presentes a esta bonita representação teatral.
Depois seguiram-se momentos de natural distração ao som do acordeonista
presente, Nelson Pisco.
Um dos pares mais bem dispostos nesta Festa da
Primavera.
O início da actuação do Rancho Folclórico de Vale de Figueira.
Já que Vale de Figueira é terra do Ribatejo, o imprescindível
Fandango ... pois claro.
Um dos pares mais brilhantes deste magnífico Rancho
Folclórico de Vale de Figueira, numa das suas últimas actuações nesta Festa da
Primavera. Como nota final, o Pombalinhense não
quer deixar de sublinhar o facto da existência de um clima de enorme simpatia
que esteve sempre presente nesta Festa da Primavera e também o reconhecimento
pelo esforço louvável das Dras Fátima e Gisela em tudo que esteve relacionado
com este evento, para elas, um enorme aplauso, se é que poderei falar por eles,
da população do Pombalinho e em particular dos seus idosos.
Para galeria completa das fotos, clicar AQUI.

Com a chegada da Primavera é tempo de preparar as terras para as
sementeiras que se avizinham. As chuvas de maior intensidade já não fazem parte
dos planos dos agricultores e é neste fim de mês de Março que se acerta o
início de mais um ano agrícola, sem nunca se saber por razões específicas à
própria actividade, de verdade como ele acaba.
E com esta esperada e sempre bem vinda estação do ano, o
Pombalinho também está a ficar mais bonito e apetecível para um merecido e
repousante fim de semana. Um passeio a pé é sempre um belo pretexto, para a
descoberta desta aldeia com muito ainda por contar .

Quem passar pela Rua António Eugénio de Menezes é impossível ficar
indiferente a todo um conjunto de melhoramentos que últimamente a Autarquia tem
realizado no Parque de Jogos e Lazer do Pombalinho. Esta fotografia mostra-nos
a entrada principal que dá acesso ao interior do Parque e na qual foi colocada
uma placa alusiva aos beneméritos Manuel d´Assunção Coimbra e Herdeiros de
António de Menezes, que em muito contribuiram para que esta área seja hoje
considerada, património dos Pombalinhenses.

Foi um longo percurso, este o da definitiva localização geográfica
do Parque. No Pombalinho podemos recordar resumidamente esse caminho percorrido
desde o antigo campo das Ónias até este bonito e centralizado espaço da nossa
aldeia.
É frequente ouvirmos de várias entidades institucionais, manifestações de preocupação relacionadas com a demografia do nosso país, sabendo-se que em regiões tipificadas, a natalidade está a sofrer um forte revés quanto ao seu ritmo normal de crescimento.
No Pombalinho não sei se existe algum estudo sobre
as causas destas variações populacionais ao longo dos últimos tempos. No entanto como hoje
existem elementos disponíveis que permitem analisar o fenómeno com uma certa credibilidade,
o Pombalinhense acha por bem publicar este estudo, do qual apenas se
pretende alertar as entidades locais para o fenómeno de modo a que a
sensibilidade para este problema entre na agenda de trabalhos dos vários
responsáveis regionais.
Este é o registo das variações da
população do Pombalinho desde 1861. Assinale-se o facto de que no ano de 2007 o
Pombalinho ter quase a mesma população que tinha em meados do século dezanove.
Para resultados mais pormenorizados, consultar AQUI
Nota1 - A Variação A desta tabela é sempre em função do ano 1861.
P.e. em 1900 havia mais 220 habitantes em relação a 1861 e em 2007 há menos 3
habitantes do que havia em 1861.
Nota2 - A Variação B desta
tabela é de ano para ano. P.e. Em 1990 houve decréscimo de 21 habitantes em
relação a 1988.
Nota3 - O número de habitantes a partir de
1975 é o que consta como inscritos nos Cadernos de Recenseamento Eleitorais das
várias eleições realizadas no país, salvaguardando naturalmente os não
abrangidos, conforme a lei vigente. Antes desta data, é por testemunho de
vários escritos que existem sobre a História do Pombalinho.
Como registo de curiosidade, os nossos vizinhos mais próximos, a
Azinhaga e Vale de Figueira, tiveram nestas questões populacionais resultados
totalmente diferentes quando comparados com os do Pombalinho.
Joaquim Manuel Barreiros Mateiro é uma personalidade
incontornável da vida social do Pombalinho, como cidadão mas também e
superiormente como autarca, pois foi nessa qualidade que a suas caraterísticas
maior notoriedade atingiram devido à visibilidade inerente do cargo que
desempenhou durante quatro mandatos como Presidente da Junta de Freguesia do
Pombalinho. Foi aliás durante o período de 1990 a 2004 que a nossa terra
conheceu algumas das mais importantes implementações estruturais em benefício
do bem estar da população. De um gesto assinalável, foi com todo o mérito que
um grupo de Amigos e Autarcas lhe prestou em Santarém uma justíssima homenagem
por um caminho percorrido em defesa de causas, mas também como homem de
princípios, a que de uma forma invulgar se predispôs a utilizá-los em favor do
bem colectivo. É pois com o sentido de dever, que o Pombalinhense disponibiliza
a todos, muito especialmente aos nossos conterrâneos, esse trabalho de
homenagem ao Joaquim Mateiro que os seus colegas lhe prestaram no dia 15 de
Março de 2005, como forma de agradecimento por uma vida dedicada ao bem comum.
Cliquem por favôr em Joaquim MB Mateiro
Nota - Estas fotos que constituíram o ficheiro de Homenagem ao Joaquim foram-me
gentilmente ofertadas pelo próprio, mas devido ao gesto e particularmente ao
valor humano que ele contém , achei por bem divulgá-lo públicamente neste
espaço dedicado ao nosso Pombalinho.


Imagem registada do Páteo do Neto com vista para os campos agrícolas a sul do Pombalinho. Esta é normalmente a zona sempre mais atingida pelas águas provenientes das cheias do rio Tejo.
Outra bela imagem que a cheia sempre proporciona, tirada do Páteo do Neto e que bem ilustra de como ficou alagada toda a sua zona adjacente