14 abril 2007

"As Casas e as Fontes" de Joaquim Mateiro


Hoje, 14 de Abril de 2007, estivemos presentes na inauguração da exposição de pintura,  “As Casas e as Fontes da minha Aldeia", da autoria do nosso conterrâneo Joaquim Mateiro. Bem  mereceu, este nosso Amigo, que muitos de nós lá estivessemos estado afectuosamente presentes! Rodeado da sua famíla mais chegada (esposa, filha e neto), de muitos dos seus amigos e de algumas personalidades nacionais de entre as quais o General Ramalho Eanes, esta exposição, agora inaugurada, continua aberta ao público na Casa Pedro Álvares Cabral/Casa do Brasil em Santarém.


 Num livro existente no local e destinado para o efeito, deixamos escrita  uma  saudação dedicada ao autor/criador do trabalho exposto! Redigimos em forma telegráfica: “Uma grande lição de vida – Um abraço amigo de Manuel Gomes” . Agora que estou publicando e revivendo este acontecimento  reforço-a com muita amizade que daqui endereço ao meu Amigo Joaquim Mateiro: “ Uma grande e muito bonita lição de vida” . Obrigado, Joaquim.






Os visitantes, na varanda anexa à sala onde decorreu a exposição.









Momentos antes do início da inauguração do evento.









Joaquim Mateiro, ladeado pela Chefe de Gabinete do Presidente Moita Flores, Dra Luísa Féria, no momento em que recebe das mãos do seu amigo e ex. Presidente da Póvoa da Isenta, José Ribeiro Valbom, uma lembrança alusiva à exposição.









Miguel Noras, ex. Presidente da Câmara Municipal de Santarém, não quis deixar de estar presente neste momento de tão grande significado para o seu colega e amigo autarca, Joaquim Mateiro. Aqui conversando com Dra Luísa Féria na presença também da Raquel Mateiro.









Esta belíssima pintura da Igreja Paroquial do Pombalinho, "abre" a exposição do Joaquim Mateiro na Casa Pedro Àlvares Cabral.







A Fonte da Rua 5 de Outubro, vista pelo traço e as cores do Joaquim.







Nesta sala, o Joaquim explicando aos vistantes, a identidade e a localização das "suas" Casas do Pombalinho.








Uma das mais belas Casas pintadas pelo Joaquim, localiza-se na Rua Barão de Almeirim e o seu proprietário é a família de Américo Cachado.









Na sala onde estão expostas as Fontes do Pombalinho, o Joaquim explicando aos visitantes as razões desta sua dedicação à pintura.









Um momento de boa disposição, bem estampada nos rostos destes visitantes e amigos do Joaquim Mateiro.









Esta casa que pertenceu a um antigo Presidente de Junta de Freguesia do Pombalinho, Diamantino Carvalho, Foi motivo  para mais uma bonita inspiração artística do Joaquim Mateiro.








12 abril 2007

Os nossos Idosos


Decorreu no passado dia 11 de Abril um desfile de idosos do concelho de Santarém no Teatro Sá da Bandeira. Muitos dos pares encenaram gestos típicos de namoricos de antigamente em forma teatral, dando motivo ao deslumbramento dos inesquecíveis vestidos de chita com que os jovens de outros tempos se vestiam.
Em representação do Pombalinho lá estiveram de uma forma particularmente brilhante, como a fotografia bem elucida, o par Maria Júlia e Manuel Gomes.
Como nota final, o Pombalinhense não podia deixar de endereçar um merecido aplauso aos patrocinadores desta iniciativa.

03 abril 2007

As Casas e as Fontes da Minha Aldeia



14 de Abr. a 13 de Maio
Inauguração 14 de Abril _Sábado 15h00
Exposição As Casas e as Fontes da Minha Aldeia


“São apenas oito casas, das muitas antigas e bonitas que existem na minha Freguesia o Pombalinho. As Fontes são quatro existentes na minha Aldeia, mas distribuídas pelas ruas de modo a servir a população. Sem escola de pintura, pois sou um autodidacta, pinto por prazer e pela força do destino; mas estes simples mas sentidos trabalhos, vieram trazer à minha vida uma razão para continuar a lutar por ela.” Joaquim Manuel Barreiros Mateiro

Casa Pedro Álvares Cabral/Casa do Brasil

Largo Pedro Álvares Cabral
2000-091 Santarém
Telefone: 243 309 250
Fax: 243 309 259
E-mail:
casa.brasil@cm-santarem.pt

25 março 2007

A Primavera chegou !!!







Com a chegada da Primavera é tempo de preparar as terras para as sementeiras que se avizinham. As chuvas de maior intensidade já não fazem parte dos planos dos agricultores e é neste fim de mês de Março que se acerta o início de mais um ano agrícola, sem nunca se saber por razões específicas à própria actividade, de verdade como ele acaba.











E com esta esperada e sempre bem vinda estação do ano, o Pombalinho também está a ficar mais bonito e apetecível para um merecido e repousante fim de semana. Um passeio a pé é sempre um belo pretexto, para a descoberta desta aldeia com muito ainda por contar . 






21 março 2007

Parque de Jogos e Lazer





Quem passar pela Rua António Eugénio de Menezes é impossível ficar indiferente a todo um conjunto de melhoramentos que últimamente a Autarquia tem realizado no Parque de Jogos e Lazer do Pombalinho. Esta fotografia mostra-nos a entrada principal que dá acesso ao interior do Parque e na qual foi colocada uma placa alusiva aos beneméritos Manuel d´Assunção Coimbra e Herdeiros de António de Menezes, que em muito contribuiram para que esta área seja hoje considerada, património dos Pombalinhenses.







Foi um longo percurso, este o da definitiva localização geográfica do Parque. No Pombalinho podemos recordar resumidamente esse caminho percorrido desde o antigo campo das Ónias até este bonito e centralizado espaço da nossa aldeia.







12 março 2007

Quantos fomos, quantos somos.


É frequente ouvirmos de várias entidades institucionais, manifestações de preocupação relacionadas com a demografia do nosso país, sabendo-se que em regiões tipificadas, a natalidade está a sofrer um forte revés quanto ao seu ritmo normal de crescimento.

No Pombalinho não sei se existe algum estudo sobre as causas destas variações populacionais ao longo dos últimos tempos. No entanto como hoje existem elementos disponíveis que permitem analisar o fenómeno com uma certa credibilidade, o Pombalinhense acha por bem publicar este estudo, do qual apenas se pretende alertar as entidades locais para o fenómeno de modo a que a sensibilidade para este problema entre na agenda de trabalhos dos vários responsáveis regionais.









Este é o registo das variações da população do Pombalinho desde 1861. Assinale-se o facto de que no ano de 2007 o Pombalinho ter quase a mesma população que tinha em meados do século dezanove. Para resultados mais pormenorizados, consultar AQUI


Nota1 - A Variação A desta tabela é sempre em função do ano 1861. P.e. em 1900 havia mais 220 habitantes em relação a 1861 e em 2007 há menos 3 habitantes do que havia em 1861.


Nota2 - A Variação B desta tabela é de ano para ano. P.e. Em 1990 houve decréscimo de 21 habitantes em relação a 1988.


Nota3 - O número de habitantes a partir de 1975 é o que consta como inscritos nos Cadernos de Recenseamento Eleitorais das várias eleições realizadas no país, salvaguardando naturalmente os não abrangidos, conforme a lei vigente. Antes desta data, é por testemunho de vários escritos que existem sobre a História do Pombalinho.


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Como registo de curiosidade, os nossos vizinhos mais próximos, a Azinhaga e Vale de Figueira, tiveram nestas questões populacionais resultados totalmente diferentes quando comparados com os do Pombalinho.




25 fevereiro 2007

Passei por lá e ...







Em finais do ano passado, já quando o nível das àguas proveniente da cheia que assolou a nossa região do Pombalinho tinha baixado, passei por aquele viaduto que veio substituir a Ponte Fernão Leite e olhando-a saudosamente , disparei !







12 fevereiro 2007

Referendo 2007


Resultados referentes ao Pombalinho, do Referendo sobre a Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez, realizado no passado dia 11 de Fevereiro de 2007.

27 janeiro 2007

Joaquim Manuel Barreiros Mateiro







Joaquim Manuel Barreiros Mateiro é uma personalidade incontornável da vida social do Pombalinho, como cidadão mas também e superiormente como autarca, pois foi nessa qualidade que a suas caraterísticas maior notoriedade atingiram devido à visibilidade inerente do cargo que desempenhou durante quatro mandatos como Presidente da Junta de Freguesia do Pombalinho. Foi aliás durante o período de 1990 a 2004 que a nossa terra conheceu algumas das mais importantes implementações estruturais em benefício do bem estar da população. De um gesto assinalável, foi com todo o mérito que um grupo de Amigos e Autarcas lhe prestou em Santarém uma justíssima homenagem por um caminho percorrido em defesa de causas, mas também como homem de princípios, a que de uma forma invulgar se predispôs a utilizá-los em favor do bem colectivo. É pois com o sentido de dever, que o Pombalinhense disponibiliza a todos, muito especialmente aos nossos conterrâneos, esse trabalho de homenagem ao Joaquim Mateiro que os seus colegas lhe prestaram no dia 15 de Março de 2005, como forma de agradecimento por uma vida dedicada ao bem comum.

Cliquem por favôr em Joaquim MB Mateiro

Nota - Estas fotos que constituíram o ficheiro de Homenagem ao Joaquim foram-me gentilmente ofertadas pelo próprio, mas devido ao gesto e particularmente ao valor humano que ele contém , achei por bem divulgá-lo públicamente neste espaço dedicado ao nosso Pombalinho.




16 janeiro 2007

Igreja Paroquial




Esta belíssima pintura da Igreja Paroquial do Pombalinho, pertence a uma vasta galeria de Maria da Conceição de Sousa Roque Ventura. Nascida em Lisboa e a residir presentemente em Vale de Figueira do concelho de Santarém, possui habitação e atelier nesta localidade, mas pela enorme obra que possui da qual se destacam alguns prémios recebidos, fácilmente se descobre que é uma artista do mundo. É pois imperdoável, não conhecermos esta artista que teve como mestre de desenho o nosso bem conhecido Martins Correia.






09 janeiro 2007

Ema Correia Braga




Interpretou várias personagens em teatro durante os anos de 1958/59, de entre as quais se destaca a de Bonifácia Carneiro em “Atribulações do Anacleto”, de Tereza em “Culpa e Perdão”, de Rosa em “Flôr de Aldeia”, Clotilde em “Choro ou Rio” e Maria do Rosário nas “Leis Modernas”. Mais tarde, no ano de 1988 e já como encenadora, revitalizou novamente o teatro na nossa terra com as peças “ O Camafeu”, “A Ocasião faz o Ladrão”, “As Viúvas”, “Um Sonho” e “Pombalinho por dentro”.

Abraçou talvez as épocas de maior criatividade ao nível de teatro feito no Pombalinho. Ema Correia Braga fez parte desse grupo de pessoas brilhantes que por apego à sua terra, fizeram com a arte de representar, momentos marcantes para a história do teatro amador no Pombalinho.

Faleceu no dia 08 de Janeiro de 2007, depois de ter sido acometida de grave doença em meados do ano passado.





Resta-nos porém a memória de tudo o que fez pelo nosso Pombalinho, exemplificada nesta participação teatral nas peças, "Culpa e Perdão" e "Atribulação do Anacleto", levadas à cena no dia 15 de Março de 1959.
Esta a homenagem possível que o Pombalinhense achou por bem prestar-lhe, nesta sua hora de partida.

28 dezembro 2006

Fim de Ano de 2006





É comum fazer-se no final de cada ano, o balanço do que foi realizado em função de um determinado planeamento ou objectivo devidamente programado. Há no entanto desempenhos e actividades que estão longe desta lógica de avaliação perante o que foi ou não feito ou até mesmo se houve como agora se diz, resultados positivos na criação do projecto concebido. Felizmente que ainda muito do que se faz sustentado em causas e valores está numa outra escala de classificação .

É por isso que decorridos que são estes catorze meses desde a criação das duas páginas dedicadas ao Pombalinho, que emerge de mim uma sensação de felicidade e simultaneamente uma enorme gratidão por reconhecer que afinal houve uma correspondência àquilo que eu sempre achei preponderante para que a ideia vingasse, que era colocar os Pombalinhenses a falar e discutir a sua terra de modo a darem vida à história do Pombalinho e muito em particular ás vidas das suas gentes.

 Passado este tempo de expectativa, devo reconhecer que houve um responsável primeiro para que tudo isto tivesse acontecido. Escrevia eu há uns tempos umas tímidas palavras na net com o intuito de registar qualquer coisa sobre o Pombalinho, quando certo dia recebo um mail de um senhor chamado Guilherme Afonso a residir em Maputo, perguntando-me quem eu era e que ligação eu tinha àquilo que escrevia. È claro que preparei um resposta quase instantânea e a partir daí tornamo-nos correspondentes assíduos de ideias e experiências, mas acima de tudo, conterrâneos conhecidos e grandes amigos.

Mas logo em mim uma ideia se instalou: porque não criar um espaço na internet que permitisse aos Pombalinhenses,  que por razões várias se desligaram do Pombalinho, recuperarem nas memórias publicadas a identidade das suas origens, porventura um pouco esquecidas, e também tomarem conhecimento com o que de mais relevante fosse acontecendo na nossa terra? E foi assim que nasceu o Pombalinho em 25 de Agosto de 2005 e mais tarde o Pombalinhense em 11 de Outubro do mesmo ano.

Mais uma vez Guilherme Afonso foi de uma importância inquestionável neste compartilhado arranque dos nossos espaços on-line, quer ao nível dos incentivos simpaticamente endereçados mas também no envio de fotografias que fazem inevitavelmente parte da história do Pombalinho. Mais recentemente o Fernando Leal e a Teresa Cruz foram igualmente inestimáveis na colaboração que se dignaram prestar a esta bonita caminhada iniciada em 25 de Agosto de 2005.

Hoje recordo o quanto foi grato receber do Paulo Grais a primeira reacção via mail [...parabéns pelo excelente trabalho na divulgação da nossa terra... porque também me considero do Pombalinho, apesar de ter nascido em Lisboa. Toda a minha família tem origem no Pombalinho e para mim é a minha terra.] ou da Tânia Martinho, um pouco depois [...É certo que muitas vezes, só quando se está longe é que nos recordamos das nossas raízes e agora que tenho uma filhinha faço questão de lhe dar a conhecer a história da minha terra e este espaço será concerteza de eleição para reler crónicas e excertos de documentos que há muito não saboreava.] ou ainda da Ana Gais [... alegria e nostalgia foram os sentimentos que me assaltaram na última visita que fiz ao site e quando li acerca do Páteo do Neto, pois o meu pai nasceu numa casa que ainda se encontra nesse largo...] ou do José Luís [... sou filho dessa linda terra que se chama Pombalinho... neste momento moro em Beja e venho manifestar a grande alegria com que fiquei quando encontrei este blogger...] ou também da Maria Eugénia Hilário [... Peço desculpa, pode dizer-me se é do Pombalinho para tão bem escrever sobre o mesmo e os que nos são tão queridos? Parabéns !] e por último da Teresa Cruz [...Visitei pela primeira vez as tuas (nossas) memórias. Parabéns pela iniciativa. Deves imaginar como fiquei emocionada ao ver a foto de casamento dos meus pais. Obrigada ( até pela lágrima que teima em correr pelo canto do olho).]

Estas são algumas das manifestações que os meus conterrâneos tiveram a amabilidade de me presentear durante esta ainda curta vida do Pombalinho e do Pombalinhense , a todos vocês, Alexandre Martinho, Ana Grais, Fernando Leal, Guilherme Afonso, João Condeço, Joaquim Mateiro, Jorge Dias, José Luís, Liliana Figueiredo, Maria Eugénio Hilário, Paulo Felisberto, Paulo Grais, Tânia Martinho e Teresa Cruz, o meu obrigado pelas colaborações prestadas mas também por terem com as suas presenças nestes dois espaços, alimentado a alma e a vida nesta apaixonante caminhada em prol do nosso Pombalinho.


Desejo-vos a todos um Feliz Ano Novo.

Serigrafia_Serrão Faria


20 dezembro 2006

Natal 2006


A todos os meus conterrâneos, principalmente com os que de mais assíduamente tenho contactado na construção deste espaço do nosso Pombalinho, desejo-vos um Bom Natal e um Ano Novo muito Feliz.

19 dezembro 2006

Campeonato Distrital do Inatel

Damos hoje notícia de como vai decorrendo o Campeonato Distrital do Inatel, onde o Pombalinho está inserido na Série A. Esta a classificação após a jornada realizada no dia 06 de Dezembro.

02 dezembro 2006

Cheia em Novembro de 2006

Imagem do nível da água no cruzamento da Rua 1º de Dezembro com a Rua Manuel Monteiro Barbosa


A cheia na sua fase de vazante, como se pode testemunhar nesta fotografia registada na Rua Manuel Monteiro Barbosa, junto ao adro da Igreja Paroquial do Pombalinho.

Fotografias_Joaquim MB Mateiro

01 dezembro 2006

Cheia em Novembro de 2006

Imagem registada do Páteo do Neto com vista para os campos agrícolas a sul do Pombalinho. Esta é normalmente a zona sempre mais atingida pelas águas provenientes das cheias do rio Tejo.
Outra bela imagem que a cheia sempre proporciona, tirada do Páteo do Neto e que bem ilustra de como ficou alagada toda a sua zona adjacente

Registo de como ficou algumas áreas alagadas em zona anexa residencial, junto ao Páteo do Neto

Assim ficaram os campos agrícolas adjacentes à Rua Manuel Monteiro Barbosa

Imagem bem ilustrativa do nível que a água atingiu na Rua 1º de Dezembro

Esta outra imagem do cruzamento da Rua 1º de Dezembro com a Rua Manuel Monteiro Barbosa, mostra bem pelas marcas deixadas na parede da varanda desta moradia, até onde chegou o nível das águas.

15 outubro 2006

Luís da Conceição




Naqueles tempos lá íamos em romaria até às Ónias para vermos os treinos e depois os jogos oficiais que se realizavam aos domingos  a contar para os campeonatos da FNAT.

Pensávamos ansiosamente no tempo que não mais chegava, para finalmente podermos substituir aqueles rapazes que tanto nos orgulhavam nos despiques mais atléticos que técnicos, mas sempre com uma vontade enorme e sem limites de fazer soar bem alto o nome na nossa terra.

Estávamos nos anos sessenta e nós os miúdos, brincávamos à bola com eles no adro da igreja, mas ali nas Ónias é que era mesmo a sério! Equipamento a rigor de calção branco, camisola desenhada com triângulos vermelhos e brancos ou com uma faixa vermelha em forma de diagonal e botas de travessas, aconchegadas o mais possível às meias de riscas vermelhas ou brancas, eram eles os nossos heróis do Vera Cruz Futebol Clube.

O Zé Gomes na baliza e depois os jogadores de campo Zé Guilherme, Carlos Feijão, Manuel Barão, Zé Bacalhau, Ezequiel Leal, Ezequiel Mateiro e tantos outros, mas um jovem a quem nos habituamos a chamar por Luís do Abel despontava entre os demais pela sua juventude. Possuía uma constituição física adequada à prática da modalidade, muita agilidade no transporte e domínio da bola, e um pé esquerdo temido por qualquer guarda-redes que ousasse opor-se aos seus certeiros remates. Era para muitos de nós um verdadeiro motor da equipa, tal a vivacidade e empenho que dispunha em campo, mesmo nas situações de jogo mais adversas, empolgando-nos pela sua capacidade de elevação em lances de ataque do Vera Cruz Futebol Clube nas áreas contrárias.

Mais tarde em ligação com a sua vida profissional chegamo-lo a ver inserido em actuações do Grupo de Folclore da TAP, nas Festas de Verão realizadas no Pombalinho. É esta pois, a imagem que eu guardo do Luís da Conceição, é esta a homenagem que quero prestar-lhe neste espaço, hoje que faz três meses que resolveu partir do convívio de todos nós.










08 outubro 2006

ETAR do Pombalinho











A Estação de Tratamento de Águas Residuais do Pombalinho foi uma obra que veio melhorar significativamente a qualidade de vida dos habitantes da nossa terra.

 Inaugurada em Julho de 2004, mas de há muito requisitada pelos Pombalinhenses, esta infraestrutura localizada na Quinta de Fernão Leite tornou o Pombalinho livre de descargas domésticas a céu aberto e assim contribuir para uma vida urbana qualitativamente superior.




































19 setembro 2006

Santarém em marcha!


Foto_JCPCarvalho

Santarém continua a "mexer". Depois de revitalizada na cidade a sua mais que merecida actividade cultural, depois de levantada públicamente a grave questão de poluição do Rio Alviela, chega-nos agora a noticia sobre a intenção do poder Camarário de Santarém de levar por diante já no ano de 2007 , um projecto inovador, que consiste na recuperação da zona ribeirinha de Santarém. Ligar o Rio Tejo à cidade, recuperando a histórica Ribeira de Santarém, Merece o nosso aplauso, de pé!


12 setembro 2006

Rede Água Potável




Tempos houve em que o consumo doméstico de água era um martírio para a população do Pombalinho. As infusas e os cântaros eram presença obrigatória em todos os lares, pois foram com esses utensílios hoje já em total desuso, que as pessoas recorriam às quatro fontes distribuídas pela aldeia para se abastecerem de água destinada a fins domésticos.

 Hoje a tarefa está irreversívelmente simplificada: basta-nos abrir uma simples torneira localizada nas nossas casas para acedermos contínuamente ao precioso liquido a partir desta Central de Bombagem e de Distribuição existente junto ao Parque Desportivo do Pombalinho. Uma Infraestrutura que de há muito tempo o Pombalinho exigia e merecia!!!