
06 março 2007
25 fevereiro 2007
12 fevereiro 2007
27 janeiro 2007
Joaquim Manuel Barreiros Mateiro

Joaquim Manuel Barreiros Mateiro é uma personalidade incontornável da vida social do Pombalinho, como cidadão mas também e superiormente como autarca, pois foi nessa qualidade que a suas caraterísticas maior notoriedade atingiram devido à visibilidade inerente do cargo que desempenhou durante quatro mandatos como Presidente da Junta de Freguesia do Pombalinho. Foi aliás durante o período de 1990 a 2004 que a nossa terra conheceu algumas das mais importantes implementações estruturais em benefício do bem estar da população. De um gesto assinavável, foi com todo o mérito que um grupo de Amigos e Autarcas lhe prestou em Santarém uma justíssima homenagem por um caminho percorrido em defesa de causas, mas também como homem de princípios, a que de uma forma invulgar se predispôs a utilizá-los em favor do bem colectivo. É pois com o sentido de dever, que o Pombalinhense disponibiliza a todos, muito especialmente aos nossos conterrâneos, esse trabalho de homenagem ao Joaquim Mateiro que os seus colegas lhe prestaram no dia 15 de Março de 2005, como forma de agradecimento por uma vida dedicada ao bem comum.
Cliquem por favôr em Homenagem-Joaquim MB Mateiro
Cliquem por favôr em Homenagem-Joaquim MB Mateiro
Nota - Este ficheiro de Homenagem ao Joaquim foi-me gentilmente ofertado pelo próprio, mas devido ao gesto e particularmente ao valor humano que ele contém , achei por bem divulgá-lo públicamente neste espaço dedicado ao nosso Pombalinho.
16 janeiro 2007
Igreja Paroquial
Esta belíssima pintura da Igreja Paroquial do Pombalinho, pertence a uma vasta galeria de Maria da Conceição de Sousa Roque Ventura. Nascida em Lisboa e a residir presentemente em Vale de Figueira do concelho de Santarém, possui habitação e atelier nesta localidade, mas pela enorme obra que possui da qual se destacam alguns prémios recebidos, fácilmente se descobre que é uma artista do mundo. É pois imperdoável, não conhecermos esta artista que teve como mestre de desenho o nosso bem conhecido Martins Correia.
09 janeiro 2007
Ema Correia Braga

Interpretou várias personagens em teatro durante os anos de 1958/59, de entre as quais se destaca a de Bonifácia Carneiro em “Atribulações do Anacleto”, de Tereza em “Culpa e Perdão”, de Rosa em “Flôr de Aldeia”, Clotilde em “Choro ou Rio” e Maria do Rosário nas “Leis Modernas”. Mais tarde, no ano de 1988 e já como encenadora, revitalizou novamente o teatro na nossa terra com as peças “ O Camafeu”, “A Ocasião faz o Ladrão”, “As Viúvas”, “Um Sonho” e “Pombalinho por dentro”.
Abraçou talvez as épocas de maior criatividade ao nível de teatro feito no Pombalinho. Ema Correia Braga fez parte desse grupo de pessoas brilhantes que por apego à sua terra, fizeram com a arte de representar, momentos marcantes para a história do teatro amador no Pombalinho.
Faleceu no dia 08 de Janeiro de 2007, depois de ter sido acometida de grave doença em meados do ano passado.
Resta-nos porém a memória de tudo o que fez pelo nosso Pombalinho, exemplificada nesta participação teatral nas peças, "Culpa e Perdão" e "Atribulação do Anacleto", levadas à cena no dia 15 de Março de 1959.
28 dezembro 2006
Fim de Ano de 2006

É por isso que decorridos que são estes catorze meses desde a criação das duas páginas dedicadas ao Pombalinho, que emerge de mim uma sensação de felicidade e simultaneamente uma enorme gratidão por reconhecer que afinal houve uma correspondência àquilo que eu sempre achei preponderante para que a ideia vingasse, que era colocar os Pombalinhenses a falar e discutir a sua terra de modo a darem vida à história do Pombalinho e muito em particular ás vidas das suas gentes.
Passado este tempo de expectativa, devo reconhecer que houve um responsável primeiro para que tudo isto tivesse acontecido. Escrevia eu há uns tempos umas tímidas palavras na net com o intuito de registar qualquer coisa sobre o Pombalinho, quando certo dia recebo um mail de um senhor chamado Guilherme Afonso a residir em Maputo, perguntando-me quem eu era e que ligação eu tinha àquilo que escrevia. È claro que preparei um resposta quase instantânea e a partir daí tornamo-nos correspondentes assíduos de ideias e experiências, mas acima de tudo, conterrâneos conhecidos e grandes amigos.
Mas logo em mim uma ideia se instalou: porque não criar um espaço na internet que permitisse aos Pombalinhenses, que por razões várias se desligaram do Pombalinho, recuperarem nas memórias publicadas a identidade das suas origens, porventura um pouco esquecidas, e também tomarem conhecimento com o que de mais relevante fosse acontecendo na nossa terra? E foi assim que nasceu o Pombalinho em 25 de Agosto de 2005 e mais tarde o Pombalinhense em 11 de Outubro do mesmo ano.
Mais uma vez Guilherme Afonso foi de uma importância inquestionável neste compartilhado arranque dos nossos espaços on-line, quer ao nível dos incentivos simpaticamente endereçados mas também no envio de fotografias que fazem inevitavelmente parte da história do Pombalinho. Mais recentemente o Fernando Leal e a Teresa Cruz foram igualmente inestimáveis na colaboração que se dignaram prestar a esta bonita caminhada iniciada em 25 de Agosto de 2005.
Hoje recordo o quanto foi grato receber do Paulo Grais a primeira reacção via mail [...parabéns pelo excelente trabalho na divulgação da nossa terra... porque também me considero do Pombalinho, apesar de ter nascido em Lisboa. Toda a minha família tem origem no Pombalinho e para mim é a minha terra.] ou da Tânia Martinho, um pouco depois [...É certo que muitas vezes, só quando se está longe é que nos recordamos das nossas raízes e agora que tenho uma filhinha faço questão de lhe dar a conhecer a história da minha terra e este espaço será concerteza de eleição para reler crónicas e excertos de documentos que há muito não saboreava.] ou ainda da Ana Gais [... alegria e nostalgia foram os sentimentos que me assaltaram na última visita que fiz ao site e quando li acerca do Páteo do Neto, pois o meu pai nasceu numa casa que ainda se encontra nesse largo...] ou do José Luís [... sou filho dessa linda terra que se chama Pombalinho... neste momento moro em Beja e venho manifestar a grande alegria com que fiquei quando encontrei este blogger...] ou também da Maria Eugénia Hilário [... Peço desculpa, pode dizer-me se é do Pombalinho para tão bem escrever sobre o mesmo e os que nos são tão queridos? Parabéns !] e por último da Teresa Cruz [...Visitei pela primeira vez as tuas (nossas) memórias. Parabéns pela iniciativa. Deves imaginar como fiquei emocionada ao ver a foto de casamento dos meus pais. Obrigada ( até pela lágrima que teima em correr pelo canto do olho).]
Estas são algumas das manifestações que os meus conterrâneos tiveram a amabilidade de me presentear durante esta ainda curta vida do Pombalinho e do Pombalinhense , a todos vocês, Alexandre Martinho, Ana Grais, Fernando Leal, Guilherme Afonso, João Condeço, Joaquim Mateiro, Jorge Dias, José Luís, Liliana Figueiredo, Maria Eugénio Hilário, Paulo Felisberto, Paulo Grais, Tânia Martinho e Teresa Cruz, o meu obrigado pelas colaborações prestadas mas também por terem com as suas presenças nestes dois espaços, alimentado a alma e a vida nesta apaixonante caminhada em prol do nosso Pombalinho.
Desejo-vos a todos um Feliz Ano Novo.
Serigrafia_Serrão Faria
20 dezembro 2006
19 dezembro 2006
Campeonato Distrital do Inatel
02 dezembro 2006
01 dezembro 2006
Cheia em Novembro de 2006
Imagem registada do Páteo do Neto com vista para os campos agrícolas a sul do Pombalinho. Esta é normalmente a zona sempre mais atingida pelas águas provenientes das cheias do rio Tejo.
Outra bela imagem que a cheia sempre proporciona, tirada do Páteo do Neto e que bem ilustra de como ficou alagada toda a sua zona adjacente 15 outubro 2006
Luís da Conceição

Naqueles tempos lá íamos em romaria até às Ónias para vermos os treinos e depois os jogos oficiais que se realizavam aos domingos a contar para os campeonatos da FNAT.
Pensávamos ansiosamente no tempo que não mais chegava, para finalmente podermos substituir aqueles rapazes que tanto nos orgulhavam nos despiques mais atléticos que técnicos, mas sempre com uma vontade enorme e sem limites de fazer soar bem alto o nome na nossa terra.
Estávamos nos anos sessenta e nós os miúdos, brincávamos à bola com eles no adro da igreja, mas ali nas Ónias é que era mesmo a sério! Equipamento a rigor de calção branco, camisola desenhada com triângulos vermelhos e brancos ou com uma faixa vermelha em forma de diagonal e botas de travessas, aconchegadas o mais possível às meias de riscas vermelhas ou brancas, eram eles os nossos heróis do Vera Cruz Futebol Clube.
O Zé Gomes na baliza e depois os jogadores de campo Zé Guilherme, Carlos Feijão, Manuel Barão, Zé Bacalhau, Ezequiel Leal, Ezequiel Mateiro e tantos outros, mas um jovem a quem nos habituamos a chamar por Luís do Abel despontava entre os demais pela sua juventude. Possuía uma constituição física adequada à prática da modalidade, muita agilidade no transporte e domínio da bola, e um pé esquerdo temido por qualquer guarda-redes que ousasse opor-se aos seus certeiros remates. Era para muitos de nós um verdadeiro motor da equipa, tal a vivacidade e empenho que dispunha em campo, mesmo nas situações de jogo mais adversas, empolgando-nos pela sua capacidade de elevação em lances de ataque do Vera Cruz Futebol Clube nas áreas contrárias.
Mais tarde em ligação com a sua vida profissional chegamo-lo a ver inserido em actuações do Grupo de Folclore da TAP, nas Festas de Verão realizadas no Pombalinho. É esta pois, a imagem que eu guardo do Luis, é esta a homenagem que quero prestar-lhe neste espaço, hoje que faz três meses que resolveu partir do convívio de todos nós.
Pensávamos ansiosamente no tempo que não mais chegava, para finalmente podermos substituir aqueles rapazes que tanto nos orgulhavam nos despiques mais atléticos que técnicos, mas sempre com uma vontade enorme e sem limites de fazer soar bem alto o nome na nossa terra.
Estávamos nos anos sessenta e nós os miúdos, brincávamos à bola com eles no adro da igreja, mas ali nas Ónias é que era mesmo a sério! Equipamento a rigor de calção branco, camisola desenhada com triângulos vermelhos e brancos ou com uma faixa vermelha em forma de diagonal e botas de travessas, aconchegadas o mais possível às meias de riscas vermelhas ou brancas, eram eles os nossos heróis do Vera Cruz Futebol Clube.
O Zé Gomes na baliza e depois os jogadores de campo Zé Guilherme, Carlos Feijão, Manuel Barão, Zé Bacalhau, Ezequiel Leal, Ezequiel Mateiro e tantos outros, mas um jovem a quem nos habituamos a chamar por Luís do Abel despontava entre os demais pela sua juventude. Possuía uma constituição física adequada à prática da modalidade, muita agilidade no transporte e domínio da bola, e um pé esquerdo temido por qualquer guarda-redes que ousasse opor-se aos seus certeiros remates. Era para muitos de nós um verdadeiro motor da equipa, tal a vivacidade e empenho que dispunha em campo, mesmo nas situações de jogo mais adversas, empolgando-nos pela sua capacidade de elevação em lances de ataque do Vera Cruz Futebol Clube nas áreas contrárias.
Mais tarde em ligação com a sua vida profissional chegamo-lo a ver inserido em actuações do Grupo de Folclore da TAP, nas Festas de Verão realizadas no Pombalinho. É esta pois, a imagem que eu guardo do Luis, é esta a homenagem que quero prestar-lhe neste espaço, hoje que faz três meses que resolveu partir do convívio de todos nós.
08 outubro 2006
ETAR do Pombalinho
A Estação de Tratamento de Águas Residuais do Pombalinho foi uma obra que veio melhorar significativamente a qualidade de vida dos habitantes da nossa terra.
Inaugurada em Julho de 2004, mas de há muito requisitada pelos Pombalinhenses, esta infraestrutura localizada na Quinta de Fernão Leite tornou o Pombalinho livre de descargas domésticas a céu aberto e assim contribuir para uma vida urbana qualitativamente superior.
19 setembro 2006
Santarém em marcha!
Foto_JCPCarvalho
Santarém continua a "mexer". Depois de revitalizada na cidade a sua mais que merecida actividade cultural, depois de levantada públicamente a grave questão de poluição do Rio Alviela, chega-nos agora a noticia sobre a intenção do poder Camarário de Santarém de levar por diante já no ano de 2007 , um projecto inovador, que consiste na recuperação da zona ribeirinha de Santarém. Ligar o Rio Tejo à cidade, recuperando a histórica Ribeira de Santarém, Merece o nosso aplauso, de pé!
12 setembro 2006
Rede Água Potável

Tempos houve em que o consumo doméstico de água era um martírio para a população do Pombalinho. As infusas e os cântaros eram presença obrigatória em todos os lares, pois foram com esses utensílios hoje já em total desuso, que as pessoas recorriam às quatro fontes distribuídas pela aldeia para se abastecerem de água destinada a fins domésticos.
Hoje a tarefa está irreversívelmente simplificada: basta-nos abrir uma simples torneira localizada nas nossas casas para acedermos contínuamente ao precioso liquido a partir desta Central de Bombagem e de Distribuição existente junto ao Parque Desportivo do Pombalinho. Uma Infraestrutura que de há muito tempo o Pombalinho exigia e merecia!!!
24 julho 2006
Joaquim Mateiro
Faz hoje precisamente
um ano que o Joaquim Mateiro levou a efeito uma exposição de pintura e desenho
realizada no Pombalinho, com obras de sua autoria e intitulada “Um
Sonho de Menino e Moço”.
Com um forte abraço de
solidariedade, relembra-se aqui no Pombalinhense, o traço e as palavras de um homem com
uma forma exemplar e muito especial de estar com a vida. Bem haja, Joaquim.
11 julho 2006
Quadricentenário !

Decorre neste ano de
2006 o quadricentenário da independência do Pombalinho face à ligação que então
mantinha no ano de 1606 com a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do
Almonda, do lugar de Azinhaga. Para comemorar esta passagem marcante da
história do Pombalinho , realiza-se nesta freguesia nos dias 14, 15 e 16 de
Julho umas Festas
alusivas ao evento, de onde se destaca Noite de Fados e Largada de Toiros pelas
vinte e quatro horas no dia de abertura, corrida de BTT, recolha de Fogaças e a
actuação de Carlos Mendes e Chiquita no sábado, finalizando no domingo pelas
dezanove horas com uma missa campal no Jardim Público seguida de uma Procissão
pelas ruas da Freguesia. Para mais pormenores de toda a programação, por favor
consulte aqui .
28 junho 2006
Pombalinho cartográfico

Navegando por aí, descobri este magnífico site do Instituto Geográfico do Exército. Nele podemos visualizar informação geográfica do território nacional com a ajuda de ferramentas de aproximação, medição de distâncias, etc. Muito útil, para quem gosta de saber online da cartografia de Portugal.
04 junho 2006
Igreja Paroquial

A Igreja Paroquial de Santa Cruz do Pombalinho foi construída no século XVII, substituindo a Igreja Matriz destruída por sucessivas cheias do rio Tejo. Situada na sede da freguesia, representa uma fachada simples, com torre sineira. O seu interior é constituído por uma só nave, um altar colateral e dois laterais. Na capela-mor existe um silhar de azulejos de várias cores do século XVII, dignos de serem apreciados. Perto da Igreja matriz existiu um palácio pertencente ao Barão de Almeirim, Manuel Nunes Freire da Rocha, que foi destruído em 9 de Dezembro de 1870, por um violento incêndio. Teve e ainda existem os vestígios de um celeiro público.
Foto_MG
Texto-JFP-Joaquim Mateiro
22 maio 2006
Guilherme Afonso
Hoje temos o maior prazer de publicarmos neste espaço um poema retirado de um livro que mão amiga me permitiu o acesso à sua leitura. Um livro, dizem os escritores, costuma ser sempre um pedaço da vida de quem os escreve, há até quem lhes chame um filho concebido, tal a dedicação que os autores emprestam à sua criação. Deste “Amor não se vende” da autoria do nosso conterrâneo Guilherme Afonso e escrito no ano de 1973, retirei este belo poema de que vos dou conhecimento.
AMBIÇÃO
Vai meu poema!
Voa por aí fora,
sem crepúsculo
nem aurora.
Sobe.
Desce.
Ziguezagueia.
Pousa na Lua,
em Marte,
em Vénus.
Vai!
Voa!
Eu irei atrás de ti,
para trás deixando
tudo o que já vi.
Poema!
Meu poema!
Monta um cometa,
voa sem destino,
à toa,
pelos tempos infindos,
pelos espaços siderais
Eu irei atrás de ti,
para trás deixando
tudo o que já vivi.
Vai meu poema!
Voa por aí fora,
sem crepúsculo
nem aurora.
Sobe.
Desce.
Ziguezagueia.
Pousa na Lua,
em Marte,
em Vénus.
Vai!
Voa!
Eu irei atrás de ti,
para trás deixando
tudo o que já vi.
Poema!
Meu poema!
Monta um cometa,
voa sem destino,
à toa,
pelos tempos infindos,
pelos espaços siderais
Eu irei atrás de ti,
para trás deixando
tudo o que já vivi.
12 maio 2006
Quimadeira !

É sempre muito
agradável sabermos notícias de Pombalinhenses que por circunstâncias da vida
deixaram as suas origens na busca de outras paragens que melhor respondessem
aos seus anseios e projectos de vida.
Neste propósito,
pensamos que sempre que a oportunidade o justifique, esta página deve ter por desígnio a promoção de
uma via de comunicação em que o estreitamento de laços e saberes sejam cada vez
maiores entre todos os naturais desta terra!
Sendo assim, damos hoje
noticias de Quimadeira, de seu nome completo Joaquim José Fonseca Carvalho
Madeira, radicado desde 1980 na Figueira da Foz e fazendo da actividade
artística em paralelo com a sua vida profissional, uma da suas janelas
privilegiadas de ver o mundo. Vamos pois conhecê-lo um pouco mais, mostrando
algumas das suas obras.
...
durante a qual Mário Viegas se lhe referiu: "o traço fino e decisivo marca
a elegância e a beleza da sua obra".

Ao
longo dos anos tem participado em várias exposições em Portugal e outros países
como Espanha, França, Bélgica e Holanda.
A
partir do ano 2000 diversifica a sua actividade e colaborando na organização de
eventos culturais, desportivos e outros.
06 maio 2006
Fontes do Pombalinho
Quando hoje na azáfama do dia a dia abrimos uma torneira de àgua potável nas nossas casas, não imaginamos o quanto difícil era aceder a esse bem de consumo há uns anos passados.
Nas aldeias do nosso País existiam fontes de abastecimento de água (vulgarmente conhecidas por bombas) onde as populações se serviam diáriamente desse precioso líquido para fins domésticos. Para o seu transporte, eram utilizadas as infusas e os cântaros, recipientes de barro que de uma forma extraordinária conservavam a frescura da água, mesmo naqueles dias mais quentes de Verão.
No Pombalinho também assim era, e por isso aqui se mostra as nossas Fontes que de uma forma louvável, o Poder Autárquico soube preservar para a História.
28 abril 2006
Jardim do Pombalinho

Nesta Primavera de Abril, verificarmos que a nossa
terra afinal ainda tem alguns registos de que muito nos deve orgulhar e nos enche
naturalmente de esperança quanto ao futuro. O Jardim anexo à Igreja Paroquial é
um bom exemplo de como com dedicação e alguma disponibilidade, muito se pode
fazer em prol do bem estar da comunidade. O
Pombalinhense congratula-se com
esta obra iniciada na anterior gestão autárquica e contribui desta forma na sua divulgação.

Um banco situado na àrea exterior
do Jardim, transmite-lhe uma forte ligação a quem passa na Rua Manuel Monteiro
Barbosa.
Finalmente, esta bonita imagem mostra-nos como
objectos com história podem beneficiar o embelezamento paisagístico do tempo
presente.
21 abril 2006
Informação - 1
Hospital de Santarém
Morada: Av. Bernardo Santareno
Telefone: 243300200
Telef Sv Urgência: 243300258
Linha Azul – 243370578
Consultas Externas – 243300228/243300895
Fax – 243370220
E-Mail – hdsca@hds.min-saude.pt
13 abril 2006
25 Abril em Santarém
As Comemorações do 32º Aniversário do 25 de Abril vão decorrer em Santarém com um programa recheado de iniciativas alusivas à data que simboliza o novo regime democrático instaurado em 1974. Se puder, não deixe de assistir ou participar nestas comemorações promovidas pela Câmara de Santarém 04 abril 2006
Pombalinho aéreo!

24 março 2006
Rancho Folclórico

No passado dia 20 de Março de 2006 recebi via e-mail uma comunicação do nosso conterrâneo Jorge Dias. É sempre uma sensação muito agradável quando nos contactam ou visitam pela primeira vez a propósito destas nossas páginas sobre o Pombalinho! Desta vez, o nosso amigo Jorge Dias ( que exerce a Vice Presidência da Casa do Povo do Pombalinho) deu-me conhecimento de uma noticia que pensei compartilhá-la com todos vós, trata-se do ressurgimento do Rancho Folclórico. No próximo dia 31-Março-2006 irá realizar-se uma reunião de direcção de onde poderá sair essa vontade expressa, por mim e creio que será também o sentimento de todos os Pombalinhenses! Faço votos para que tudo se resolva no sentido de voltarmos a ver novamente, bem viva, a entidade cultural que melhor tem veiculado o nome do Pombalinho por outras paragens. Que perdure no tempo quanto possível, como embaixador dos usos e costumes da nossa região, são os desejos com certeza de todos nós.
Por último, quero agradecer publicamente a disponibilidade manifestada no mesmo mail que Jorge Dias me enviou, em receber-me na Casa do Povo de modo a facultar-me o material que eu achar útil para o enriquecimento das nossos páginas sobre o Pombalinho . É bom haver vontades destas em prol do interesse colectivo, assim o farei oportunamente.
02 março 2006
Pombalinho
Salvaguardando
o rigor geográfico dos limites da Freguesia assim como o desenho esquemático
dos seus arruamentos, aqui se tenta mostrar de uma forma simples a planta da
nossa terra. A escala real, òbviamente será diferente desta, mas o que se
pretende é apenas dar a conhecer a caracterização física do Pombalinho, com
alguma informação de utilidade pública.
14 fevereiro 2006
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